Constituição de 1988 – Proibição de Castigos na Escolas
Antigamente, os alunos eram mais obedientes, queriam aprender de verdade, e a professora tinha maior domínio sobre a sala. Isso é o que diz o senso comum, mas vamos refletir um pouco sobre esse ponto de vista.
Antes da constituição de 1988, os professores podiam aplicar castigos a alunos que não obedeciam, podiam disciplinar rigidamente esses meninos malcriados, que não queriam aprender e atrapalhavam a aula. Com a nova constituição, o professor não pode mais aplicar castigos físicos aos alunos.
Segundo a população, essa proibição atrapalhou o ensino, mas é necessário examinar essa questão por um outro lado. Os alunos ficavam quietos, não porque eles queriam aprender, mas sim porque tinham medo de sofrer agressões físicas. Convenhamos que o medo faz com que nós fiquemos “comportados” diante de uma situação.
Estamos em uma época em que precisamos lidar com a diversidade, com a crítica e a indagação constante, o castigo físico foi abolido, e com a falta deste faz-se fundamental a buscar de envolver o aluno na aula, ele deve gostar da aula não por medo mas sim porque ele quer.
Por Mateus Silveira


Eu acho um equívoco muito grande da parte da população que defende os castigos físicos nas escolas. E uma ignorância também. Primeiro que não eram todas as escolas de antigamente que utilizavam esse ensino medieval. Segundo que a palmatória, por exemplo foi abolida antes mesmo da constituição de 1988. Isso justamente devido às críticas negativas que esse sistema de educação já vinha recebendo já há alguns anos. Essa busca por envolver o aluno na aula já devia ter sido implementada já nos tempos anos. Mas infelizmente como aconteciam e acontecem em muitas famílias ainda, parece qoe oa mais fácil é amedontrar a criança do que educar no sentido da palavra. Lamentável isso. Nem todos tiverem ou tem capacidade de discernimento.